A China comprometeu-se a reforçar a aplicação da lei marítima e a reforçar os mecanismos legais e institucionais para defender as suas reivindicações em águas disputadas.
Delineada no mais recente plano político quinquenal de Pequim, a resolução reflecte o seu esforço para fortalecer a posição da China nas águas cada vez mais disputadas.
Ao contrário do plano 2021-2025, que enfatizou uma participação mais profunda na governação marítima global, a estratégia revelada quinta-feira coloca maior ênfase numa combinação de diplomacia externa e forte capacidade de aplicação interna para proteger os interesses marítimos da China.
Este ano marca uma década desde que um tribunal internacional em Haia decidiu contra a China, invalidando as suas reivindicações de direitos históricos e económicos sobre grande parte do Mar do Sul da China.
A China recusou-se a participar nos processos iniciados pelas Filipinas em 2013, alegando que o tribunal não tem jurisdição sobre disputas de soberania. Desde então, ele rejeitou consistentemente a decisão.



