Analistas disseram que a mudança reflecte uma percepção crescente de que a diplomacia e as alianças por si só já não podem ser suficientes para garantir a segurança do Japão.
De acordo com um inquérito do Gabinete realizado em Novembro e Dezembro, 45,2 por cento dos inquiridos disseram que a dimensão e as capacidades das Forças de Autodefesa (SDF) “deveriam ser reforçadas”, o nível mais elevado de perguntas feitas após a primeira pergunta.
Esse número aumentou em relação aos 42 por cento em 2022, a última vez que o inquérito foi realizado, e apenas aos 9 por cento em 1991, quando a pergunta foi incluída pela primeira vez.
Por outro lado, 49,8 por cento disseram que a dimensão e as capacidades do FDS deveriam ser mantidas nos níveis actuais. Em 1991, havia uma diferença de mais de 50 pontos percentuais entre os que eram a favor da expansão das FDS e os que estavam satisfeitos com os actuais acordos de defesa. Na pesquisa mais recente, a diferença diminuiu para apenas 4,6 pontos percentuais.
De acordo com a pesquisa, a principal preocupação entre os entrevistados foi o poder militar e as atividades da China na região, citada por 68,1%, um aumento de 6,8 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.



