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Preso, anunciou o Sumo Pontífice, no almoço apostólico da nunciatura – Notícias

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O Papa Leão é incrível. O Pontífice, a caminho da Nunciatura Apostólica, parou para almoçar a caminho de Padi. Um encontro de convívio com vista à troca de votos de Natal.

Papa: “Encorajemo-nos à paz, não a consideremos remota e impossível”.

“Quer tenhamos o dom da fé, quer pareçamos tê-lo, queridos irmãos e irmãs, abramo-nos à paz!” vamos acolhê-lo e reconhecê-lo, em vez de considerá-lo distante e impossível. Isto é o que o Papa Leão disse

“Mesmo nos lugares onde só restam ruínas e onde o desespero parece necessário, hoje encontramos quem não esqueceu a paz”, recorda o Pontífice, segundo quem “a paz de Jesus ressuscitado foi desarmada, porque a sua luta foi desarmada em determinadas circunstâncias históricas, políticas e sociais. Pontífice – não consideramos o fim indigno de ser negado, e a guerra também é travada para alcançar a paz”.

“Antes da noite da minha eleição como Bispo de Roma – recorda –, quis incluir a minha salvação neste anúncio unânime. E queremos repeti-lo: esta é a paz de Cristo ressuscitado, uma paz desamparada, uma paz desarmada, humilde, perseverante. E segundo o Pontífice, “os trabalhadores da paz vivem desta premonição”, que, no drama que o Papa Francisco definiu como “a terceira guerra mundial”, ainda resistem ao contágio das trevas, como vigílias noturnas. O Sumo Pontífice admite que “o contrário, ou seja, o esquecimento da luz, é infelizmente possível: perdemos, portanto, o realismo, enquanto numa representação parcial e distorcida do mundo, no sinal das trevas e do medo”. “Há muitos hoje – diz ele – que chamam as narrativas de irremediavelmente realistas, cegos à beleza dos outros, esquecendo a graça de Deus, que sempre atua no coração das pessoas, por mais feridas pelo pecado”.

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