O senhor Osvaldo Granados destacou isso em sua coluna desta quinta-feira na Rádio Panorama.
advogado Osvaldo Granados analisou o atual cenário político em sua coluna desta quinta-feira desta semana Rádio Panoramaonde afirmou que o peronismo vive uma situação inédita no Congresso Nacional. Ele observou: “Esta é a primeira vez desde o retorno da democracia que o peronismo não domina o Senado”.
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Nesse contexto, Granados mencionou o papel do senador José Mayana quem atribuiu a estratégia de confronto político. No entanto, considerou que esta abordagem tinha limitações na esfera parlamentar. “Naquilo Congresso É impossível tornar o solo lamacento. “Não importa o quanto gritem, as reformas e o orçamento serão aprovados”.
O analista relembrou o contexto histórico para considerar a situação atual. Ele mencionou os esforços do ex-presidente Raul Alfonsín Desde a promoção de reformas laborais que foram rejeitadas por um voto e o subsequente conflito com CGTque marcou o período de intensa tensão política e sindical.
Granados também alertou contra a transferência do conflito político para as ruas, afirmando que na sua opinião “a única coisa que pode impedir as leis é um incidente grave nas marchas”. Ele mencionou os acontecimentos que aconteceram no governo de lá Eduardo Duhaldecom assassinatos Maximiliano Kostaki sim Dário Santillanreferindo-se à necessidade de evitar episódios de violência.
Por outro lado, o colunista analisou as políticas do presidente Xavier Miley Às províncias, referiu que a decisão de não transferir fundos obrigou os governadores a repensar a sua economia e a procurar alternativas financeiras. Segundo Granados, essa dinâmicaEle era a favor do federalismoAo encorajar as províncias minerais e energéticas a atrair investimentos e outras a descobrir novos desenvolvimentos produtivos, como o gás, o petróleo ou a aquicultura, em terra do fogo.
Por último, reconheceu que nem todas as províncias têm os mesmos recursos naturais e algumas delas enfrentarão mais problemas, embora acredite que o novo cenário promove maior autonomia e atenção às potencialidades locais.


