Os investidores institucionais globais estão a afastar-se da entrada no mercado primário para expandir as suas operações em yuan, com centros offshore como Hong Kong a emergirem como infraestruturas essenciais para esta mudança, sugere um novo inquérito.
A adopção do yuan tornou-se liderada pelo portfólio, com 66 por cento dos entrevistados citando a diversificação como o principal impulsionador da alocação, em comparação com 54 por cento citando o impacto do comércio global da China e 40 por cento buscando oportunidades de rendimento específicas.
Entretanto, três quartos dos inquiridos esperavam que as alocações em yuan aumentassem nos próximos um a dois anos, com a crescente procura de ferramentas de cobertura e de gestão de risco.
“O que mudou nos últimos anos é que o acesso ao mercado do renminbi já não é uma questão de entrada; trata-se de saber se os investidores podem operar em grande escala sem perturbações”, disse Cheuk Wong, chefe dos mercados de Hong Kong e serviços de valores mobiliários do HSBC, referindo-se ao nome oficial da moeda da China.



