
Barras de prisão – arquivo de fotos

Barras de prisão – arquivo de fotos
O Tribunal Criminal do Cairo condenou uma mulher à prisão perpétua e multou-a em 100.000 libras por tráfico de drogas na área de Nozha, no Cairo.
Governando sob a presidência do Conselheiro Sobhi Abdel Majeed, com o conselho dos vereadores Walid Anwar, Mohamed Hosni, Ibrahim Mahmoud Helmy e o secretariado de Mohamed Attia e George Maher.
O Ministério Público levou o arguido “DH”, de 39 anos, a julgamento-crime, que decorreu em 20 de setembro do ano passado, por tráfico de “heroína” em processos diferentes dos ordenados pela lei.
O agente do Departamento de Controlo de Estupefacientes, encarregado da detenção do arguido, confirmou, conforme autorização do Ministério Público, a partir das suas investigações, que se deslocou com outro agente para o local onde o arguido se encontrava definitivamente. Ele a viu segurando uma bolsa, foi até ela e pegou. Ao revistar a sacola que possuía, encontrou em seu interior cilindros de essência entorpecente, sacolas de essência e substâncias entorpecentes, uma quantia em dinheiro, uma balança e telefones celulares. Além disso, ela foi confrontada e admite que tinha as substâncias. Drogas narcóticas para comércio e equilíbrio para distribuição desses materiais.
Está comprovado que o laudo feito no laboratório químico era composto por 20 cilindros redondos preenchidos com fitas coloridas transparentes e pesando 5 quilos e 664 P., que comprovadamente continham a essência de “heroína” listada no Anexo I das leis antidrogas, e dois sacos plásticos transparentes pesando 4 P. e 40 centímetros, que estão contidos nos cartões filme plástico transparente pesando 24 libras. P. continha a essência de “heroína” listada no Anexo I da Lei de Narcóticos, e um exame do telemóvel da acusada provou que houve conversas que indicavam que ela traficava substâncias entorpecentes.



