O chanceler questionou publicamente Hector Torres, que atuou como representante da Argentina no Tesouro. Sua declaração mencionou a idade do avião.
Ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno Hoje, ele se encontrou com o diplomata de carreira Hector Torres, que atuou como representante da Argentina no Fundo Monetário Internacional (FMI) e questionou a compra de última hora de F-16 pelo governo argentino, que apresentou os aviões à comunidade no fim de semana.
Torres criticou Aeronaves compradas da Dinamarca são equipamentos militares que aquele país abandonou para substituí-los pelo modelo atual, o F-35. “Nós os compramos e sentimos sentimentos patrióticos”, disse o diplomata, que atuou no conselho do Fundo Monetário Internacional durante três mandatos. E finalizou: triste.
A declaração de Torres de que se aposentou O secretário de Estado Quirno mereceu uma resposta em tom de advertência: “Lembro a você @HectorRTorres2 que você se apresente como membro do serviço estrangeiro do país. “Mesmo que você seja passivo, você deve agir de acordo com sua situação, não usá-la para se descrever ou descartá-la.”
Não é a primeira vez que um diplomata de carreira levanta questões sobre política externa ou decisões governamentais durante um regime libertário, mas as críticas são geralmente levantadas nas esferas privadas. Um embaixador argentino disse a este respeito: “Abriram os resumos ideológicos e não expulsaram ninguém”.
A peculiaridade da travessia de Quirno com Torres é que ele é um diplomata aposentado. Mas a sua mensagem nas redes sociais parece ter irritado a chanceler. “A Dinamarca substituiu o F-16 pelo F-35. Nós os compramos e sentimos sentimentos patrióticos. Triste”, disse ele. Esta frase suscitou a resposta do chefe do Palácio de San Martin.
Esta parte não teve reação da Associação dos Profissionais do Serviço Exterior do país (APSEN) até o momento. Torres representou a Argentina no Fundo Monetário Internacional durante períodos que coincidiram com Roberto Lavagna como Ministro da Economia e Mauricio Macri como Presidente. Ele também representou o Brasil naquela delegação.
O governo argentino comprou a aeronave F-16 da Dinamarca por US$ 650 milhões, que incluía não só a aeronave, mas também os materiais necessários para equipar as bases, reparar e treinar os pilotos. Até o momento, entraram no país 6 desses aviões, que voaram em baixa altitude sobre Buenos Aires no sábado.
Ao final do polêmico dia, o Embaixador Torres divulgou mais uma mensagem a respeito



