Esses problemas e os resultados relativamente ruins da equipe significam que as atenções se voltaram para o técnico Álvaro Arbeloa e sua aparente incapacidade de manter o controle do vestiário durante este período tumultuado.
O ex-zagueiro do Real substituiu Xabi Alonso em janeiro, que estava no cargo há seis meses.
A sua falta de experiência de gestão sénior foi um ponto de discussão desde o momento da sua nomeação, com questões levantadas sobre a capacidade de alguém que anteriormente só tinha trabalhado em equipas juvenis de gerir estrelas consagradas como Mbappe e Vinicius Jr.
Os eventos desta semana validaram essas preocupações para muitos apoiadores.
A apenas quatro jogos do final da temporada do Real, a prioridade imediata de Arbelua será restaurar a estabilidade, reorientar o plantel e evitar uma maior deterioração no desempenho e na disciplina.
Embora a medalha de prata já não seja um objectivo realista, permanece a necessidade de terminar a campanha com algum sentido de controlo.
Após um curto período, porém, a atenção já está a deslocar-se para a estrutura mais ampla acima dela.
A pressão recai agora sobre o presidente do clube, Florentino Perez, que enfrenta uma decisão importante após uma sucessão de mudanças de gestão que não conseguiram proporcionar um sucesso consistente.
Três gerentes. Duas temporadas. Sem troféus.
A escolha do próximo treinador permanente será crucial não só para os resultados em campo, mas também para restaurar a estabilidade e o controlo de uma equipa que parece difícil de gerir.
O resultado seria reparar a imagem de um clube que enfrenta críticas públicas e, esperam, regressar ao topo do futebol de clubes.



