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Ricardo Quintela atravessou a história do governo nacional POLÍTICA El Intransigente

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o governador Rioja, Ricardo Quintellamais uma vez se apresentou como uma das vozes mais críticas Peronismo Diante da gestão de Xavier misericórdia. Numa entrevista recente, o líder provincial questionou fortemente os dados da pobreza geridos pelo governo Governo nacional e focado na decadência social das famílias argentinas.

para cinco pessoashá uma ruptura completa entre o discurso “estabilidade” de casa rosa e a vida cotidiana de um cidadão comum. Não sei com que cara o governo diz que a pobreza diminuiu.disse o governador. Riojan aos indicadores apresentados por nação e garantiram o atendimento ao aumento da demanda nos refeitórios e à drástica redução do consumo nos As províncias.

Quintela na história oficial versus a realidade da rua

Longe de melhorar, explicou o presidente, o que se pensa ser um Acelerando o empobrecimento da classe média E o trabalhador oficial na perspectiva deles, ele não paga reajuste “Casta”Mas famílias que não têm mais condições de pagar pelo aumento das tarifas e da alimentação.

Dizem que há excedente, mas isso acontece à custa de pessoas famintas.Quintela em conversa com Rádio 10. O governador também criticou as conquistas financeiras comemoradas pelo ministro da Economia. Luís Caputo. Afirmou que isto se consegue à custa da paralisação das obras públicas, reduzindo o orçamento para a saúde e a educação nos distritos internos. Para o governador, a hipotética redução da inflação é uma “miragem» que é alcançado através de uma recessão profunda “matando a atividade econômica”.

A influência da regulamentação interna e a luta por recursos

Durante a entrevista, cinco pessoas Salientou que as províncias estão a fazer um esforço extraordinário para continuar os serviços básicos face a estes problemas. Exclusão de transferências nacionais. Neste contexto, defendeu a implementação de medidas locais para reduzir a crise, incluindo a emissão de títulos provinciais e o reforço da assistência social directa.

Eles pegaram o fundo de compensação, pegaram o incentivo ao ensino e agora querem que olhemos para o outro lado enquanto as pessoas sofrem.”atirou em Ryujan. Ele garantiu que Governo nacional Aplica a política de “sufocação” contra governadores que não se alinham incondicionalmente com a sua administração. Alertou que esta estratégia prejudicaria directamente os cidadãos que dependem da saúde pública e das escolas.

Um apelo à unidade contra o paradigma libertário

No final do seu discurso, o governador apelou à reconstrução de uma frente política que representasse uma alternativa clara ao actual modelo económico. Ele acreditava que a oposição deveria deixar de lado as diferenças internas para se concentrar na defesa do federalismo e da justiça social.

“Temos a obrigação de representar um segmento que hoje não está protegido.”ele afirmou cinco pessoasalertou que se o rumo não for mudado, os danos ao tecido social argentino serão irreparáveis. Ao final, ele mais uma vez enfatizou seu compromisso de continuar reclamando desta organização Suprema Corte do país Por fundos que, segundo ele, pertencem legitimamente à sua província e executivo nacional é falso.

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