Deputado Nacional Experiência do usuário e líder sindical SMATA, Mário “Paco” Manriquereferiu-se às políticas econômicas do país o governo e emitiu um aviso severo. Após discussões recentes em Congresso para ele Super RIGI e pagar para Fundos abutresO legislador pediu à sociedade que reflectisse sobre as consequências do actual modelo económico.
Para Manrique, o país se encontra numa encruzilhada que afeta diretamente as possibilidades de prosperidade das famílias argentinas. “Espero que a sociedade possa pensar por um minuto que, se continuar assim, não terá chance de escapar da pobreza”.“, afirmou.
Alerta sobre a desindustrialização
Este deputado especialmente sobre o regime de promoção de grandes investimentos (RIGIe garantiu que eles influenciassem o trabalho local. Conforme explicou, o artigo 4º da norma não protege a produção argentina do capital estrangeiro com fins lucrativos.


para onde vamos? Para um país não industrial e extractivo e para quem? ele se perguntou Manrique. Nesse sentido, ele acredita que os investidores que o governo está promovendo hoje Eles vêm para a Argentina para comprar produtos bons, bonitos e baratos.. Além disso, descreveu um panorama “complicado” para os sectores automóvel e metalomecânico, onde as empresas locais são forçadas a competir em condições de total desigualdade.
Passando por Martin Menem e a “deficiência” do orgulho
Em outra parte desta entrevista, Manrique Ele relembrou o encontro com o chefe da Câmara dos Deputados: Eu sou MartinhoNa última reunião deste deputado, relatou que a falta de respeito e arrogância do partido no poder é uma coisa constante que procura “sair do chão” Discussão técnica
nesse contexto, Manrique Ele repetiu a frase atribuída a ele eu também: O pai da pátria disse que o orgulho é uma deficiência que os pobres e infelizes sofrem quando de repente se deparam com pouco poder.. Segundo o legislador, esta atitude significa ignorar as consequências que as suas decisões terão sobre as futuras gerações de argentinos.
O papel de Christina Kirchner e “Associados”
Ao final do discurso, o dirigente sindical afirmou que a crise exige uma liderança decidida e uma profunda autocrítica ao peronismo. Nesse contexto, Manrique Apoiou mais uma vez o ex-presidente, descrevendo-o como uma figura estratégica para o peronismo. Segundo ele, qualquer futuro governo, se pretender avançar na redistribuição da riqueza, deverá enfrentar as grandes potências económicas.
Por fim, criticou os setores da oposição que apoiam as ações do governo nacional. No final, pediu à comunidade que determinasse quais os modelos que cada deputado apoia na votação e afirma: “O problema aqui é com os deputados que deixaram de ser amigáveis ou moderados e estão a tornar-se parceiros no crime.




