Os mísseis terra-ar comprovados em combate, interoperáveis e geograficamente acessíveis da Coreia do Sul poderão dificultar os esforços da China para vender os seus sistemas de defesa ao Médio Oriente, sugeriram analistas.
De acordo com um estudo realizado pelo Foreign Policy Research Institute, um think tank com sede em Filadélfia, mais de 5.000 munições foram disparadas nas primeiras 96 horas do conflito armado, incluindo cerca de um terço dos mísseis Terminal High Altitude Area Defense (THAAD) disparados pelos estados do Golfo.
O míssil terra-ar de médio alcance Cheongung-II, de fabricação sul-coreana, conhecido como M-SAM, também esteve envolvido na defesa contra ataques iranianos. Duas de suas baterias são operadas pelos Emirados Árabes Unidos (EAU), após a aquisição de 10 baterias sob um acordo de US$ 3,5 bilhões em 2022.



