As conclusões, publicadas quarta-feira pela Economist Impact e pela empresa australiana de telecomunicações Telstra International, baseiam-se nas respostas de 1.420 executivos seniores em 11 mercados da Ásia-Pacífico, incluindo Austrália, China continental, Hong Kong e Tailândia.
Singapura ficou em primeiro lugar no geral – liderando em gestão de risco, capacidade de força de trabalho e agilidade cultural – mas ficou em 10º lugar entre 11 em liderança, expondo uma lacuna de governação que os especialistas alertam que aumenta a velocidade e a sofisticação das ameaças cibernéticas de IA.
O estudo descobriu que 71 por cento dos entrevistados na cidade-estado afirmaram que os seus conselhos ou comités executivos não avaliavam regularmente a eficácia dos seus planos de resiliência digital. Em vez disso, a responsabilidade está concentrada numa única função – normalmente TI – em vez de distribuída entre a liderança sénior.
“A base regulatória é realmente forte, então o próximo desafio é preencher a lacuna entre a intenção política e a prática operacional”, disse Darren Gussion, CEO e cofundador da plataforma de segurança cibernética Keeper Security. “A IA está tornando tudo mais difícil, não mais fácil.”



