Deputado Nacional Máximo Kirchner Novamente contra a gestão Xavier MileyDesta vez centrando-se na política ambiental e económica do partido no poder. Por meio de publicações no Instagram, o líder Kampora relacionada com a intenção do governo de estabelecer A lei das geleiras naturais Com o polêmico regime de incentivos para grandes investimentos (RIGI).
O legislador questionou fortemente a lógica por detrás destas reformas, que, segundo diversas narrativas, procuram redefinir as áreas protegidas para facilitar as actividades extractivas. Segundo o legislador, estas mudanças não visam o desenvolvimento local, mas sim o benefício de sectores que não têm compromisso com o país.
Rejeição do RIGI e da fuga do dólar
Em seu discurso, Máximo Kirchner Ele fez uma pergunta direta sobre as prioridades do governo. “Por que tornar a regra das geleiras mais flexível?”. O deputado relacionou esta decisão com os benefícios concedidos por esta organização RIGIcriticando o plano por permitir rápidas saídas de capital sem ter um impacto real na economia argentina.
Quando nos referimos aos investidores que beneficiam deste regime, Kershner Estava claro: Por pessoas que não vão cooperar porque o RIGI permite tirar dólares em 4 anos sem deixar nada na Argentina?. Na sua opinião, este modelo extractivo prejudica a soberania financeira ao não garantir que a riqueza produzida permaneça no território nacional.
Máximo Kirchner Não importa se Milli ou Maguya os formulam.
O parlamentar procurou esclarecer que sua posição não era um conflito pessoal com o atual presidente. Mas uma diferença profunda sobre o modelo de país que se constrói. Nesse sentido, ressaltou que a rejeição dos opositores se baseia exclusivamente no conteúdo das leis propostas pelo Poder Executivo.
“Não discordamos porque a pessoa que formula as ideias se chama Miley. Discordamos dessas ideias, seja de Miley ou Magoya.” Kershner foi condenado. No final, chamou esta discussão de uma questão de sobrevivência nacional e garantiu esta Esta é uma discussão profunda que nosso país deveria ter. Porque se não for assim, não teremos um país.”



