O presidente dos EUA, Donald Trump, invocou a Lei de Produção de Defesa num esforço para reforçar os envios de armas que, segundo os críticos, foram prejudicados pela guerra no Irão e outros conflitos.
De acordo com um memorando datado de 11 de junho e publicado no Federal Register, o presidente citou “perturbações sistémicas na base industrial de munições” na sua ordem ao secretário da Defesa, Pat Hegseth, para criar “acordos voluntários e planos de ação” para resolver as deficiências na capacidade de defesa dos EUA.
Não ficou imediatamente claro o que esses contratos poderiam incluir, o que se estenderia além do envolvimento da administração com empreiteiros de defesa como a Lockheed Martin Corp.
O conflito de 15 semanas com o Irão levantou preocupações de que os EUA tenham sobrecarregado os seus recursos, reduzindo o seu arsenal de armas críticas.
Funcionários da administração Trump enfatizaram a necessidade de limitar recursos a aliados e parceiros como a Ucrânia devastada pela guerra, como parte de uma campanha para priorizar a base industrial nacional.
Ao mesmo tempo, Hegseth rejeitou as preocupações sobre o arsenal dos EUA, dizendo no mês passado que “a questão das armas tem sido tola e inutilmente exagerada” e que “temos muito mais do que precisamos”.



