Mesmo antes de o presidente dos EUA, Donald Trump, aterrar em Pequim, na quarta-feira, o primeiro ato da cimeira China-EUA estava a decorrer nos céus da capital chinesa.
Centenas de fotógrafos profissionais e residentes fizeram fila em vários locais próximos ao Aeroporto Internacional de Pequim para capturar um dos símbolos mais reconhecidos da presidência dos EUA – o Força Aérea Um.
Poucos minutos depois de seu aparecimento, as redes sociais chinesas foram inundadas com vídeos e fotos do pouso do avião, filmados de vários ângulos no solo. “Isso está tão perto”, comentou um usuário de mídia social com mais de 300 mil seguidores.
Alguns entusiastas da aviação publicaram análises detalhadas do avião presidencial, chamando-o de “Casa Branca voadora”, enquanto outros traçaram a sua viagem desde Washington, rotas de voo durante paragens de reabastecimento no Alasca e partilharam vídeos das suas aterragens e descolagens.
Alguns aviadores em uma base militar em Okinawa, Japão, especularam sobre a chegada do americano E-4B Nightwatch, também conhecido como “Avião do Juízo Final”. Por razões de segurança, o avião acompanha frequentemente o presidente dos EUA em viagens internacionais.
Numa pista em Pequim, um nervoso oficial chinês recebeu elogios nas redes sociais nacionais e estrangeiras depois de um vídeo dele parado perfeitamente imóvel no táxi do Força Aérea Um, enquanto este voava, se ter tornado viral.
O correspondente do Daily Mail, Jon Michael Rash, que gravou o vídeo, postou-o online com o comentário: “O homem nem parou de se inclinar e o avião rugiu”.



