A frase foi popularizada no ano passado por influenciadores do TikTok e do Instagram que se publicaram realizando atividades estereotipadas chinesas.
Segundo os observadores, isto é parcialmente moldado pela fadiga política e pela polarização nos Estados Unidos. No entanto, alguns alertaram que é pouco provável que isto se traduza numa mudança permanente nas atitudes em relação à China como Estado-nação.
Shiu Yuan, especialista em soft power da Universidade de Nova Iorque, disse que a tendência reflecte uma mudança mais ampla na forma como as pessoas vivenciam a China online: não através de mensagens oficiais ou manchetes políticas, mas através de rotinas de entretenimento, alimentação e estilo de vida.
Ele disse que a exposição fez com que o “chinês” parecesse familiar em vez de estrangeiro, e a percepção da tendência como “autêntica e divertida” em vez de forçada foi útil para construir o poder brando.


