O Museu Galileo e a Veneranda Biblioteca Ambrosiana renovaram e ampliaram a sua cooperação científica no estudo e preservação digital dos manuscritos de Leonardo da Vinci, em particular o notável códice do Atlântico preservado em Milão.
No centro do projeto está Leonardo//thek@, uma plataforma digital projetada para apoiar a consulta e análise dos manuscritos de Leonardo através de ferramentas avançadas de pesquisa e material de arquivo conectado.
plataforma idealizada pelo historiador da ciência Paolo Galluzzi e desenvolvida pelo Museo Galileo em conjunto com a Ambrosiana, na Coleção Regia Fide, na Biblioteca Leonardiana e na Biblioteca Nazionale Centrale di Roma.
O Código Atlântico tem cerca de 1.200 páginas
Leonardo//thek@ permite aos usuários explorar digitalmente cerca de 1.200 páginas do Códice Atlântico de Leonardo, conectando textos, desenhos, anotações e fontes históricas através de sistemas de pesquisa integrados.
A nova versão da plataforma, Leonardo//thek@ 2.0, também incorpora o manuscrito de Leonardo guardado na Biblioteca Real de Windsor. Isto permitirá quase certamente restaurar os manuscritos que foram destruídos pelo escultor Pompeo Leo no século XVI e posteriormente espalhados por diferentes coleções.
Os investigadores poderão agora consultar os materiais preservados em Milão e Windsor num único ambiente digital, abrindo novas possibilidades para os estudos de Leonardo através de tecnologias digitais e ferramentas de pesquisa na web.
A apresentação em Londres está prevista para junho
A plataforma atualizada está prevista para ser apresentada na Embaixada da Itália em Londres no dia 8 de junho de 2026, quando está prevista a presença de embaixadores de instituições parceiras.
O projeto inclui ainda trabalhos adicionais dedicados ao estudo e digitalização do “exoesqueleto” do Codex Atlântico – a estrutura física e os materiais ligados ao manuscrito – com o objetivo de disponibilizar ferramentas de investigação aos estudiosos e ao público em geral.
Cooperação internacional de longo prazo
Segundo o Museu Galileo, o projeto baseou-se em mais de duas décadas de cooperação científica internacional na conservação, estudo e acessibilidade dos códices de Leonardo.
A colaboração reflete uma tendência mais ampla entre museus, arquivos e bibliotecas em direção a projetos de humanidades digitais em grande escala, destinados a preservar documentos históricos frágeis e, ao mesmo tempo, torná-los abertos a investigadores e públicos em todo o mundo.
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