O Boca ainda não está jogando bem e como visitante mais uma vez pagou caro pelos desequilíbrios na defesa. Eles têm um meio-campo luxuoso, mas ainda não encontraram um piloto. De todas as ausências por lesões, a que mais sofre é a de Changuito Zeballos, desequilibrado nos metros finais.
Abaixo, o boletim dos jogadores da equipe de Claudio Ubeda, que deram mais um passo em falso.
Ele acertou bem o cruzamento, com muita confiança no primeiro tempo, e não pôde fazer nada a respeito dos gols.
Ele se projetou um pouco, mas teve dificuldades para sair por trás e acertar o alvo.
Muito firme na sua marca em Monzón, mas também lhe foi difícil sair e jogar. Teve um segundo tempo fraco.
Quase deu pênalti ao Andrada, ele bateu na porta da área. Assim como toda a defesa, ruim no início e com nível baixo na última parte.
Projetando-se menos do que de costume, ele não conseguiu se associar a Zenão.
O melhor foi a aparição surpresa no primeiro tempo, após bom passe de Paredes, mas não conseguiu finalizar o jogo. Ele ainda precisa se adaptar ao time.
Ele teve muita exibição, mas sofreu muito cada vez que Lanzini e Valdés o apoiaram.
Ele ainda é o jogador mais valioso que o Boca tem, mas não consegue encontrar parceiros. Nos sólidos desta vez ele foi tão bom.
Participou muito pouco, mais preocupado em conter Elías Gómez do que em se apresentar como opção. Teve apenas um transbordamento, mas acabou em um centro sem destino.
Ele voltou da lesão e foi apontado como deficiente no futebol. Mesmo assim, a bola saiu muito pouco.
Ele foi mais ativo na ofensiva, principalmente no primeiro tempo. Alternava jogo firme com Paredes, sem muita precisão.
Em meio à confusão, ele encontrou clareza para marcar com um gol deslumbrante.
Ele não conseguiu melhorar o desempenho da equipe.



