A Venezuela libertou cidadãos e estrangeiros de suas prisões na quinta-feira, no que um alto funcionário do governo descreveu como um sinal de “busca de paz”, menos de uma semana depois que o ex-presidente Nicolás Maduro foi preso pelas forças dos EUA em Nova York para enfrentar acusações federais de tráfico de drogas.
Jorge Rodriguez, irmão do presidente interino Delsey Rodriguez e chefe da Assembleia Nacional, não especificou quem libertaria ou quantos. Mas ele disse que a libertação dos prisioneiros “estava acontecendo agora”.
As autoridades venezuelanas já libertaram presos políticos antes, mas as libertações de quinta-feira foram as primeiras desde que Maduro foi deposto.
Os grupos de direitos humanos foram encorajados pela libertação, mas ainda não estava claro se poderia representar as fases iniciais de uma transição governamental para apaziguar a administração Trump ou um esforço mais simbólico para permitir que os leais a Maduro permanecessem no controlo.
Embora um grupo de jornalistas, advogados e activistas dos direitos humanos tenha sido libertado na quinta-feira, o número de prisioneiros libertados permaneceu incerto.
“Considere isto um gesto do governo bolivariano, que pretende alcançar a paz em larga escala”, disse Rodríguez num anúncio televisionado.



