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Conclusão do UFC 325: Volkanovski-Lopes 2 não caiu, mas as lutas mais leves sim

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O segundo evento do ano do UFC aconteceu no sábado em todo o mundo, em Sydney, resultando em finalizações antecipadas e atuações notáveis. A luta principal foi a revanche da luta pelo título dos penas, realizada em abril passado, entre Alexander Volkanovski e Diego Lopes. Depois de mais um desempenho sólido dos campeões australianos, é seguro dizer que eles provavelmente não precisavam de Volk-Lopes na Divisão 2.

Nas duas lutas anteriores à luta principal, os pesos leves apareceram e se apresentaram. O próximo desafiante ao título de Ilia Topuria pode não se apresentar ainda, mas os fãs do UFC podem esperar muitas lutas de alta qualidade no futuro próximo.


Às vezes a crítica está certa. Não precisávamos ver o replay.

O UFC acerta muitas comparações. Este foi um erro. Não havia razão para continuar esta luta 10 meses após o primeiro encontro.

O pior é que Volkanovski tem 37 anos. Ele não tem muitas lutas pelo campeonato. Ele não queria revanche, mas nunca recusa uma luta. Mas por que Volkanovski está lutando contra o mesmo cara duas vezes em 10 meses, depois que o primeiro não foi – francamente – competitivo? Se Volkanovski tivesse 32 anos, tudo bem. Não é perfeito, mas pelo menos não parece que perdemos um tempo precioso em sua brilhante carreira, quando o tempo é limitado.

Nada disso pretende ser uma crítica a Lopes. Ele se esforçou muito nas duas disputas e fez seu trabalho em setembro ao vencer o perigoso Jean Silva. Ninguém pode criticar o Lopes, mas podem criticar o UFC por isso. Movsar Evloev ou Lerone Murphy teriam sido uma escolha muito melhor. Volkanovski teve que lutar contra outra pessoa no sábado. – Brett Okamoto


Clinical Saint Denis está dando um passo em direção à filmagem fácil – mas não será o próximo

O peso leve está acirrado, mas Benoît Saint Denis provou uma excelente vitória sobre o perigoso Dan Hooker e pertence à discussão do campeonato. Foi a quarta vitória seguida do francês no UFC, e a qualidade de sua atuação faz com que ele mereça saltar pelo menos dois pontos no ranking.

Saint Denis (17-3) usou sua força de wrestling para derrotar Hooker em trocas acirradas e também garantiu dois carregamentos. Embora a finalização tenha sido difícil, cotoveladas e socos fizeram com que ele conseguisse o nocaute técnico faltando 15 segundos para o final do segundo round.

Dentro do octógono após a vitória, Saint Denis pediu uma chance pelo título interino conquistado por Justin Gaethje na semana passada no UFC 324, ou uma chance pelo título do BMF, que será disputado por Charles Oliveira e o campeão do BMF Max Holloway no UFC 326 em março. Saint Denis pode precisar de mais uma vitória, da próxima vez o título dos meio-pesados, para convencer o UFC de que está pronto para lutar pelo cinturão em jogo. Porém, com a quarta vitória consecutiva, ele está definitivamente batendo na porta do peso galo. – o próprio Bruce


Uma divisão leve seria bom

A divisão de 155 libras estará sempre em boa forma. Historicamente, é um dos mais profundos do esporte. Nos últimos dois anos, no entanto, houve uma um pouco causa de preocupação. A nova era, na melhor das hipóteses, não está presa ao trabalho. Saint Denis, Rafael Fiziev, Jalin Turner – e, depois da semana passada, Paddy Pimblett – todos lutaram para aprender as curvas contra pesos leves da era de ouro como Dustin Poirier e Gaethje. Essa nova classe ainda está se provando, mas lutas como Fiziev x Mauricio Ruffy estão mostrando o extremo talento que temos presenciado em pequena escala.

Ainda há crescimento por vir. Mas com Poirier aposentado e nomes como Gaethje e Oliveira não muito atrás, há espaço no peso leve, mas isso não é preocupante. Queremos ver algumas jogadas completas entre jovens lutadores como Arman Tsarukyan (29), Ruffy (29), Saint Denis (30) e além de Pimblett (31), Quillan Salkild (26) e Manuel Torres (30). Ainda sentiremos falta dos grandes nomes do peso leve, mas essa nova categoria pode ser quase divertida. -Okamoto

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