O namorado migrante suspeito de matar a mãe nova-iorquina Jamey Carney dentro de sua casa na Irlanda foi autorizado a permanecer no país – mesmo depois de lhe ter sido negado o asilo, de acordo com um relatório.
As autoridades irlandesas permitiram que Ahmad Al-Saqar, um cidadão jordaniano, permanecesse nas Ilhas Esmeraldas, mesmo depois do seu pedido de asilo ter sido rejeitado pelas autoridades de imigração, de acordo com o Irish Mirror.
Al-Saqar, que chegou ao país em 2024, não foi obrigado a sair depois que seu pedido de asilo foi rejeitado, como é comum na Irlanda, informou o veículo.
Atualmente não está claro por que o pedido de asilo do suposto assassino foi rejeitado, de acordo com o relatório.
O desvio permitiu que Al-Saqar permanecesse no país – tempo suficiente para supostamente matar Carney.
O amante fugitivo estava apelando de seu pedido de asilo quando a levou para Türkiye, pouco antes de Carney ser encontrada espancada e estrangulada dentro de sua casa.
Al-Saqar foi apontado como pessoa de interesse pela gardaí, a polícia nacional da Irlanda, no assassinato de Carney.
Carney, uma mãe de Westchester que se mudou para a Irlanda, foi encontrada morta por sua filha adolescente em sua casa em Killerney. Ele foi espancado e severamente espancado e depois estrangulado até a morte, de acordo com um médico legista.
Al-Saqar, que as autoridades apontam como o suposto assassino, era um ativista pró-palestiniano convicto e casou-se com Carney em um casamento islâmico, segundo amigos.
Seu namorado também exigiu uma grande quantia de US$ 5.700 por semana antes de seu assassinato, segundo um amigo de Carney.
As autoridades correram para prender o cidadão jordaniano e interrogá-lo sobre a morte de Carney antes de ele chegar ao seu país – que não tem um tratado de extradição com a Irlanda.



