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A história do presente que Nico González deu ao fotógrafo após a partida contra a Suíça

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o A vitória da Argentina sobre a Suíça para as quartas de final Copa do Mundo 2026 Ele deixou mais do que apenas parágrafos para a próxima edição. Em meio às comemorações no playground, Nicolas González Ele protagoniza um dos momentos mais emocionantes do dia, mostrando que, apesar do sucesso entre a elite europeia, ainda é o jovem que dá os primeiros passos em La Paternal.

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O reencontro foi marcado pela gratidão

Poucos minutos após o apito final, o jogador do Atlético de Madrid aproveitou para procurar a multidão de fotógrafos. Natália Ponce. É fotógrafa histórica das equipes juniores do Argentinos Juniors, que acompanhou González durante seu período formativo muito antes de se tornar uma figura internacional.

Ao encontrá-lo, Nico não hesitou: Ele lhe deu a camisa que acabara de usar em uma partida pela seleção suíça. Este momento foi registado pelos presentes e a imagem da fotógrafa muito emocionada, agradecendo o gesto de alguém que conhecia desde criança, rapidamente se espalhou com a premissa: “Ele não esquece seus princípios”.

A história entre o jogador e Ponce é uma prova de lealdade. Apesar da sua reputação, anos e distância separam o futebol juvenil dos principais estádios do mundoGonzález mantém laços com suas origens. Numa Copa do Mundo onde a pressão e as expectativas estão no máximo, o gesto de Nicolás González lembrou ao mundo que, por trás da imagem de um jogador profissional, ainda está presente o calor de um jovem que não esquece aqueles que o acompanharam quando tudo começou.

A vingança de um jogador incansável

Para Nicolás González, esta Copa do Mundo é mais do que um torneio esportivo. Depois de ter sido retirado da lista final do Catar para a Copa do Mundo de 2022 devido a uma lesão muscular no último minuto, o atacante considerou esta Copa do Mundo uma “vingança pessoal”.

“Foi um espinho no meu lado”ele confessou há alguns dias em Pesquisa AFA. Essa determinação é a razão que justifica o apelido que Lionel Scaloni lhe deu: “Cavalo”. Sua fisicalidade versátil, correndo cada bola como se fosse a última, uma dedicação que a comissão técnica valoriza muito no caminho rumo ao sonho da Copa do Mundo.

PA



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