Quando o relógio marcou 70 minutos de jogo e a tensão atingiu o auge fim de Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e EspanhaUm novo alarme soou no banco albiceleste. Ele Romero se despediuPilar fundamental da defesa argentina, sentiu desconfortos físicos que o impediram de continuar jogando normalmente.
Por não poder continuar, Lionel Scaloni teve que usar todas as opções táticas de emergência e ordenou um ataque. Facundo Medina para aperfeiçoar o esquema defensivo no final do jogo.
Golpe forte para a Argentina: Lisandro Martínez desistiu devido a lesão na final contra a Espanha
A situação da Seleção Argentina é no mínimo preocupante. Com a perda de dois meio-campistas titulares –Lisandro Martínez no primeiro tempo e agora Cuti Romero—, a seleção enfrentou a parte final desta final com um esquema defensivo improvisado. A resistência albiceleste, que tinha sido a característica definidora da equipa ao longo do torneio, enfrentou o seu teste mais difícil contra uma equipa da mesma classe espanhola, obrigando os jogadores que saíram do banco a responder com a máxima concentração para permanecerem no jogo e procurarem a glória eterna.
Uma mudança no meio
A saída de Cuti não foi a única decisão na época. Para encontrar fontes de energia renovável no meio do campo, a comissão técnica também organizou Giuliano Simeone substitui Rodrigo De Paul. O “Motorcito” após uma atuação tensa deixou o cargo em uma mudança que visa equilibrar o elenco e trazer mais frescor ao meio-campo diante do constante domínio da posse de bola que a equipe espanhola demonstrou ao longo da partida.
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