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O Boca pagou caro pelos erros e falta de gols e o Estudiantes venceu a partida com dois gols marcados

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Num jogo atraente e mutável, O Estudiantes venceu o Boca por 2 a 1 e aproveitou ao máximo o momento na noite quente e úmida de La Plata. Até porque foi muito superior no período que lhe foi favorável. Assim, um Boca remendada e com vários filhotes Sofreu seu primeiro revés no Apertura.

Não deveria haver futebol mais emocional no mundo do que o futebol argentino. Uma ação, um gol nos casos mais precisos, pode mudar o rumo de um jogo em um segundo. Só psicologicamente podemos explicar a reviravolta que o Boca deu após o primeiro gol de Santiago Núñez: Os comandados de Claudio Úbeda passaram de um duelo digno a implorar que o primeiro tempo terminasse para não serem derrotados. Só por causa das defesas de Agustín Marchesín é que não foi para o intervalo com mais de dois golos sofridos.

E o Boca falhou exatamente onde é forte: na bola parada. O Estudiantes acertou dois escanteios pela esquerda. Na primeira, Santiago Núñez venceu no corpo a corpo Ayrton Costa após cruzamento de Gastón Benedetti; no outro, Leandro González Pirezo zagueiro com passagem pelo River venceu Lautaro Blanco e fez 2 a 0 com uma cabeçada impressionante.

Úbeda teve que montar um quebra-cabeça para colocar o time em La Plata. Com Edinson Cavani, Miguel Merentiel, Milton Giménez e Lucas Janson lesionadosfoi o atacante de referência o jovem Iker Zufiaurre (20)que estreou desde o início. Outro que disse presente depois de muito tempo foi Kevin Zenonque foi titular pela última vez no dia 20 de junho contra o Bayer Munique no Mundial de Clubes. Além disso, Williams Alarcón substituiu o cansado André Herrera. Mas o Boca começou bem, com ambição e boa circulação de bola. É verdade que não gerou grandes chances, embora tenha jogado perto do gol que Iacovich defendeu. O mais certeiro foi um chute de Alarcón que saiu por cima.

Tudo desmoronou aos 28 minutos, quando Núñez venceu Costa e fez o 1-0. O zagueiro canhoto de 26 anos que o presidente Juan Román Riquelme elogiou com razão esta semanateve um acidente para esquecer. Além de errar o alvo, ele era muito errático com a bola. O Estudiantes encheu-se de fúria e futebol após o gol de Núñez. E ele superou o Boca até o fim com o incentivo de seu povo como força motriz. Marchesín defendeu um mano-a-mano contra Guido Carrillo e outro contra Eric Meza. Antes, ele arrematou de longe do meia Ezequiel Piovi em cobrança de escanteio. O ex-Lanús nada pôde fazer contra o poderoso cabeceamento de González Pirez.

O mais preocupante do Boca foi o desempenho de Paredes. Medina estava em cima dele e ele nunca conseguiria contornar essa marca. Além disso, o ex-Boca o venceu em diversas situações. Foi uma das figuras.

No plugin havia muitos Estudiantes, as mudanças não funcionaram, e o Boca mostrou pouca reação no final. O rendimento do atacante foi interessante Gonzalo Gelini (19) e o meio-campista Tomás Aranda (18), ambos com bons retornos na Reserva. Vale destacar também outro um contra um em que Marchesín cobriu Carrillo.

O Boca colocou no gol com puro empurrão com o frescor dos meninos. Gelini preocupou-se com a velocidade e Aranda mostrou bom equilíbrio. Desconto Ezequiel Zeballos depois que Gelini derrubou no poste mais distante.

Faltavam 10 minutos para o duelo e, embora o Boca não tenha conseguido igualar, deixou um quadro melhor. Os momentos finais deixam um gosto diferente para Úbeda, pois esteve tão perto de ser derrotado quanto de empatar.

Porém, as conclusões não podem ser boas para o Boca, que começou com boas intenções e acabou levando o Estudiantes para escanteios. Mas embora tenha jogado muito mal, sofreu e conseguiu sofrer muitos gols. Apenas o Marchesín os apoiou.

Numa partida quente e com muito calor nas arquibancadas da UNO, o Estudiantes saiu vitorioso. E o Boca deu um passo atrás desde o primeiro encontro.

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