A alegria em Equador É total. A histórica vitória por 2 a 1 que o time de Sebastián Beccacece na frente Alemanha Gerou grandes celebrações nas ruas das maiores cidades do país. Então é assim O presidente do Equador, Daniel Noboa, declarou feriado nacional para esta sexta-feira conforme notificado em sua conta X.
“Obrigado aos jogadores e ao treinador que, apesar das críticas, dos insultos e dos maus momentos que passaram, conseguiram recuperar e levar esta imensa alegria a todo o país. Amanhã, feriado!”, publicou o presidente na sua conta X.
Obrigado aos jogadores e ao treinador que, apesar das críticas, dos insultos e dos maus momentos que passaram, conseguiram recuperar e levar esta imensa alegria a todo o país.
Amanhã, feriado!
Viva o Equador.
-Daniel Noboa Azin (@DanielNoboaOk) 25 de junho de 2026
Isto também consta do documento oficial, emitido pelos Estados Unidos, onde é decretado “Encerramento da jornada de trabalho em todo o território nacional, para os setores público e privadona sexta-feira, 26 de junho de 2026.” Além disso, Noboa destacou que este “dia útil suspenso não será recuperável”.
Segundo fontes oficiais, O presidente viaja aos Estados Unidos até sexta-feira, 26 de junho, em visita diplomática que coincidiu com a partida do Equador contra a Alemanha. Nesse sentido, segundo o poder executivo equatoriano, o avião presidencial não foi utilizado para esta viagem e os custos foram cobertos com recursos privados.
A seleção comandada por Beccacece venceu por 2 a 1 e ficou em terceiro lugar no Grupo E, atrás de Alemanha e Costa do Marfim. Desta forma, a seleção sul-americana conseguiu a classificação para as oitavas de final ao terminar com 4 pontos (0 gols de diferença) sobre a Bósnia (também 4, mas menos uma diferença), e Coreia do Sul e Escócia com 3. Senegal e Iraque não têm pontos e um dos dois ficaria em terceiro e não pode alcançá-lo.
O técnico argentino se emocionou durante a coletiva de imprensa, onde dedicou parte palavras de gratidão ao povo equatoriano: “Viajei pelo Equador de ponta a ponta. Morei dois anos em Quito, morei em Guayaquil. Sempre conheci um povo simpático e trabalhador. Nessas viagens aprendi sobre a cultura e a importância do trabalho para todo o país. Imagino uma cidade equatoriana com 19 milhões de pessoas comemorando e se abraçando.”



