A poucos dias da nova data dupla da FIFA, o clima do futebol na Europa esquenta. diário equipeum dos meios de comunicação desportivos mais influentes do mundo, publicou um relatório ácido que colocou a estratégia da AFA sob o microscópio. Abaixo título: “Por que a Argentina sempre tem que lidar com países pequenos?”, Os franceses destruíram a classe de adversários escolhida pelo campeão mundial.
Março do FIFA Day: Por que a Argentina está jogando contra adversários de classificação inferior aos do resto da América do Sul?
A comparação coloca a Albiceleste em posição difícil
O relatório apresenta uma verdade brutal: embora a classificação média da FIFA dos adversários do Brasil nos últimos três anos tenha sido o 20º lugar, Os adversários da Argentina ficaram em 85º lugar em média. Segundo o L’Equipe, desde a final no Catar, a equipe de Lionel Scaloni não enfrentou nenhum time do “Top 20” em amistosos.
“Sem ofensa ao mauritano (115º lugar), este adversário foi uma surpresa para um campeão que tem de defender o título ao fim de três meses”disparou o jornal, comparando o pedido da Argentina ao da Colômbia ou do Brasil, países que tiveram quase uma dezena de duelos com grandes potências no mesmo período.
Dinheiro e posição: as razões por trás da “zona segura”
Para os especialistas franceses, a escolha de adversários como a Mauritânia e a Zâmbia não é uma coincidência, mas uma reacção de dois factores principais:
- O negócio: O jornal disse que AFA prioriza territórios com elevados índices de desenvolvimento comercial (como América ou Ásia) e contratos milionários (mencionaram que Angola pagou 7 milhões de euros por um jogo amigável).
- Especulação com o ranking da FIFA: Ao enfrentar um adversário mais fraco, Argentina garantiu vitória (ele tem 11 amistosos consecutivos) que permite que você fique no topo do ranking mundial sem o risco de ficar invicto.
O silêncio da Finalíssima e a reação em campo
O relatório também lembra o cancelamento da final contra a Espanha como um ponto de ruptura que obrigou a procurar urgentemente um adversário. No entanto, eliminam a razão da Liga das Nações Europeias, garantindo que Existem opções mais competitivas na Ásia ou na África que não são regulamentadas.
Apesar das críticas externas, a realidade é que a jornada de Scaloni continua impecável no torneio oficial: a Argentina terminou como líder absoluta das Eliminatórias Sul-Americanas com 38 pontos e roubou ao Brasil a histórica invencibilidade no Maracaná. Porém, para os franceses, o “verdadeiro teste” será apenas na Copa do Mundo de 2026.
PA



