Em um comunicado divulgado ao PFT e outros no domingo, o advogado Mike Caspino disse que as alegações de violações de jogos de azar contra o diretor de escotismo da faculdade dos Cardinals, Ryan Gold “claramente errado.” Caspino detalhou sua posição Em comentários a Adam Schefter da ESPN.
Em relação às supostas apostas de Gold em jogos da NFL, Caspino disse que a esposa de Gold apostava US$ 10 por semana com um grupo de amigos do ensino médio e que Gold não estava envolvido. Quanto à alegação mais séria de que Gold compartilhou informações privilegiadas sobre as escolhas do time antes de serem anunciadas, Caspino disse que Gold não sabia sobre as escolhas do draft com antecedência e que apenas o dono da equipe, Michael Bidwill, e o GM Monti Ossenfort tinham essa informação.
A emergência de Ossenfort na escola de extremo sigilo de Bill Belichick torna esta afirmação plausível. Algumas equipes protegem a identidade de suas escolhas de draft a ponto de serem mal orientadas internamente. Em 2005, por exemplo, o então técnico dos Dolphins, Nick Saban, disse à equipe que a equipe escolheria o recebedor do Michigan, Braylon Edwards, com a segunda escolha geral. Em vez disso, Saban escolheu o running back de Auburn, Ronnie Brown.
Além disso, Chris Simms explicou: PFT ao vivo Ele disse que durante seu tempo de trabalho para os Patriots, a sala onde ficava o conselho de recrutamento era fortemente protegida contra o acesso de qualquer pessoa, exceto um grupo muito pequeno de pessoas.
Porém, ainda há um atraso entre o momento em que o nome é compartilhado com a sala de convocação e o momento em que a seleção é anunciada. (Não está claro quando a informação foi alegadamente partilhada e quando as eleições foram anunciadas.)
Caspino prometeu recorrer. O resultado pode depender se o Ouro recebe uma audiência justa e imparcial de uma parte neutra ou se a liga analisa novamente a decisão que a liga já tomou.
Aposte neste último. (Na verdade, não aposte; é apenas uma metáfora.)



