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Chuva atrasa início dos treinos livres do GP do Brasil de MotoGP

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A chuva persistente no circuito de Gouana atrasou o início do fim de semana do Grande Prémio do Brasil de MotoGP e levantou preocupações sobre se a prova poderia ser concluída normalmente.

A primeira sessão de treinos livres da classe de Moto3 estava marcada para sexta-feira, às 9h00 locais (12h00 GMT), em Guanajuato, mas a forte chuva que assolava a zona desde segunda-feira regressou logo pela manhã, tanto na cidade como na zona onde se situa a pista – a cerca de 12 quilómetros do centro da cidade.

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Chegando ao circuito, a tripulação pôde ser vista trabalhando intensamente para desobstruir a pista, que estava lamacenta em alguns pontos, principalmente na entrada da linha de chegada, onde fica a entrada do pitlane. Além da água parada, havia muitos detritos que foram levados para o asfalto vindos das estradas de acesso.

Tanques de água e mangueiras de alta pressão liberaram a pista pouco mais de uma hora antes do início da primeira sessão de treinos livres de Moto3. No entanto, a chuva voltou a aparecer, começando levemente antes de se tornar gradualmente mais intensa.

Marc Márquez observa a chuva aumentar no pit da Ducati na manhã de sexta-feira

Foto: Garman Garcia

Perante esta situação, o campeonato anunciou o reagendamento das provas de sexta-feira, com a Moto3 a começar às 10h e a Moto2 às 11h, e a sessão prolongada por dez minutos, tal como originalmente previsto para a nova pista.

O FP1 de MotoGP está agora agendado para as 12h05, hora local, uma hora mais tarde do que o inicialmente previsto. Uma sessão de uma hora será seguida por uma sessão prática.

A sessão de treinos principal foi reduzida de 75 para 60 minutos e agora começará às 16h, horário local.

Sob a supervisão do Diretor de Segurança da FIM MotoGP, Tom Alfonso, e de Loris Capirossi, responsável pela supervisão da segurança dos pilotos nos principais pré-eventos, foi tomada a decisão de abrir o pit lane às 10h, após confirmar que a superfície da pista já estava em condições de pilotagem, embora estivesse molhada.

Honda coloca motos na Guiana na sexta-feira

Foto: Garman Garcia

Moto3 arranca em piso molhado

Às 10h00, o sinal ficou verde para os pilotos de Moto3, mas com a chuva fraca ainda a cair na pista, foram obrigados a mudar para pneus de chuva e afinar. O primeiro piloto a desistir foi Veda Pritama, um piloto indonésio Honda A Team Asia, inicialmente seguida por um grupo de quatro pilotos, e depois, menos de dez minutos depois, o resto da Moto3 começou a juntar-se a eles, elevando o total para 25 pilotos no fim-de-semana.

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– A equipe Autosport.com

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