O Comité Técnico de Reformas, através do seu quinto programa de revisão, teve isto em conta Ricardo de Burgos Bengotaxia Ele errou ao não anular o empate de 1 a 1 do Mallorca contra o Espanyol no Sonnocks devido a uma falta anterior, porque apesar de ter sido avisado pelo VAR, ele não mudou sua decisão.
Aos 65 minutos de jogo o Mallorca venceu por 2-1. Samo Costa, da seleção das Baleares, venceu Orco GonzalezDo Espanyol, quando avançou para roubar a bola. O gol permaneceu e Pablo Torre, de fora da área, marcou para o empate em 1 a 1.
Este jogo foi fortemente protestado pelos jogadores. O árbitro de Burgos foi solicitado a rever o jogo pelo VAR, mas, depois disso, manteve a decisão e confirmou o gol.
Por esta razão, a CTA considera “erro“A atuação do árbitro basco, que deveria ter marcado falta e mostrado cartão amarelo a Samo Costa.
“A chamada do VAR está correta porque há falta e deve até vir acompanhada de cartão amarelo. A decisão do árbitro está incorreta ao anular a recomendação do VAR e o gol deveria ter sido anulado”, observou a revisão.
Da mesma forma, o CTA defendeu a boa intervenção do VAR em outras duas ações polêmicas da jornada anterior na LaLiga, Para Abakr Pênalti de José Angel Carmona no Atlético de Madrid-Getafe e Barça Sevilla.
Por um lado, na Cívitas Metropolitano o “chicote genitalDe Ibkar a Alexandre Sorlot, foi fundamental para o árbitro expulsar “com bom senso” o jogador do Getafe por “mau comportamento” com base na Regra 12 e avisar o jogador do Atlético para receber um cartão amarelo no próximo empurrão.
No Camp Nou do Spotify, a comissão de arbitragem manteve a decisão do pênalti marcado pelo VAR. A mão de Carmona em ação por João Cancelo, do Barcelonaporque apesar de o apito não ter sido apitado em primeiro lugar, a mão do jogador do Sevilha está numa “posição anormal e ocupa um lugar que não lhe pertence”, é “punível”.



