Alex Márquez, que está finalizando sua assinatura com a equipe de fábrica da KTM para 2027, acredita que mais da metade do grid da MotoGP fechará seus contratos antes da primeira corrida da temporada.
O valor de mercado do jovem Márquez aumentou acentuadamente desde que terminou em segundo lugar na classificação de 2025. Aos 29 anos, e depois de seis temporadas no MotoGP, talvez tenha chegado a hora de investir nisso.
A este respeito, a Autosport entende que o atual piloto da Gresini selou de facto o seu futuro com a KTM para além de 2027. Enquanto se aguarda a contratação final, que deverá ser oficializada nos próximos dias, Márquez irá partilhar a garagem com Maverick Vinales, que está a sair da equipa Tech3.
“O objetivo de todo piloto é competir por uma equipe de fábrica. Mas estou muito feliz na Gresini. Quando chegar a hora decidirei o que é melhor para o meu futuro, mas por enquanto quero me concentrar nesta pré-temporada”, disse Márquez no circuito de Sepang.
Na sua melhor temporada na classe um, o espanhol somou três vitórias e um total de 12 pódios, o que lhe permitiu terminar logo atrás do seu irmão Marc Márquez, que esteve quase invisível até uma lesão na Indonésia.
Além do segundo lugar, esta conquista permitiu a Alex Márquez melhorar a sua posição na Ducati, ao ponto de guardar os desmocidos finais para a próxima campanha.
Alex Márquez, Gresini
Foto por: Gresini Racing
Depois de vários dias polémicos no mercado de pilotos, Márquez deu poucas informações, para que ninguém pudesse interpretar pelas suas palavras que já tinha decidido que pele usaria.
Ele disse: “Estamos trabalhando para ter as melhores opções quando a decisão chegar. Não vou esconder que a Gresini é a opção mais forte, mas é verdade que talvez seja o momento de arriscar, porque não se sabe qual moto será a mais competitiva sob as novas regras”.
Márquez foi anteriormente piloto de fábrica no MotoGP, rodando pela Repsol Honda em 2020, quando se estreou na categoria rainha.
Márquez está confiante de que muitas peças do quebra-cabeça poderão se encaixar antes que as luzes se apaguem em Buriram, na primeira semana de março.
Ele disse: “Mais de 50% da turma fará o seu futuro antes da primeira corrida. Muitas equipes, muitos fabricantes têm que contratar pilotos o mais rápido possível para que não desapareçam”.
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– A equipe Autosport.com



