As autoridades começaram a coletar capturas de tela e a acreditar que não era coincidência. Ao rastrear os tweets de figuras proeminentes da direita online, o responsável convenceu-se de que havia uma figura improvável no meio. O principal culpado por todas essas críticas: o ex-gerente de campanha presidencial e guru digital de Trump, Brad Parscale.
Em setembro passado, a empresa de publicidade global Havas contratou a empresa de Pascal, Clock Tower X, para executar uma campanha de marketing digital em nome do estado de Israel, de acordo com documentos da Lei de Registro de Agentes Estrangeiros (FARA) revisados pela TIME. Pelo acordo, os negócios da Parscale produzirão 100 peças de conteúdo original por mês, com pelo menos 80% direcionado ao público da Geração Z no TikTok, Instagram, YouTube e podcasts. Em um projeto de contrato de serviços incluído no documento, Paschall também se comprometeu a expandir a campanha através das redes sociais e “integrar mensagens narrativas nas propriedades da Salem Media Network e nos canais de distribuição unificados”, referindo-se à empresa cristã conservadora de radiodifusão e publicação onde atua como diretor de estratégia. Pascal promete que o trabalho renderá pelo menos 50 milhões de cifras O número de impressões por mês também afeta a forma como ferramentas de inteligência artificial, como ChatGPT da OpenAI, Claude da Anthropic e Gemini do Google, descrevem Israel e a guerra. Para este fim, Israel concordou em pagar à Torre do Relógio X US$ 1,5 milhão por mês.



