Leão
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No final desta reunião privada, prevista para durar cerca de 30 minutos, Marco Rubio, católico, deverá encontrar-se com o secretário de Estado e segundo em comando no Vaticano, cardeal Pietro Parolin, disse à AFP uma fonte do governo italiano.
Durante esta visita, o chefe da diplomacia norte-americana deverá reunir-se com o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, e com o ministro da Defesa, Guido Crosetto, no contexto de fortes tensões entre os Estados Unidos e os países europeus devido à guerra no Médio Oriente em particular.
Quando questionada na Armênia, na segunda-feira, se ela também se encontraria com Marco Rubio em Roma, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, respondeu: “Acho que sim”.
Uma hora depois, os seus serviços incluíram esta reunião, sexta-feira às 9h30 GMT, na sua agenda oficial.
Segundo a imprensa italiana, os presentes no Vaticano pretendem tentar melhorar as relações bilaterais depois da polémica que surgiu em abril devido às duras críticas de Donald Trump ao Papa.
O Presidente dos EUA respondeu ao discurso anti-guerra do Papa, descrevendo-o como “fraco” face ao crime e à “perda” na política externa. Ele também declarou que “não era um grande fã” de Leão XIV e que não queria “um papa que pensa que está tudo bem para o Irã ter armas nucleares”.
Estas críticas provocaram reações iradas de muitos líderes, incluindo a Sra. Meloni.
O papa soberano respondeu dizendo que tinha o “dever moral de falar abertamente” contra a guerra, dizendo que não tinha “medo” da administração Trump e não queria entrar em debate com ele.
Nos últimos meses, o primeiro papa americano da história atacou particularmente a política restritiva de imigração do governo dos EUA e chamou de “inaceitável” a ameaça de Donald Trump de destruir o Irão.
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