Segundo uma fonte com conhecimento dos preparativos, dois pilotos de teste da Agência da União Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) conduziram os voos de validação. Entretanto, pilotos estrangeiros seniores que trabalham na China foram destacados para ajudar a demonstrar a fiabilidade do C919.
As medidas fizeram parte de um intercâmbio contínuo entre a Corporação de Aeronaves Comerciais da China (COMAC) – fabricante do C919 – e o regulador europeu, após um atraso no processo de certificação de alto risco no ano passado, disse a fonte.
“(EASA) concordou que a aeronave era sólida e segura… exceto por alguns problemas iniciais que precisavam de ajustes”, disse a fonte.
Outra fonte confirmou os voos de teste e disse que o intercâmbio entre a COMAC e a EASA aumentou recentemente.



