Os Estados Unidos podem lançar bombardeiros furtivos através dos continentes, rastrear mísseis do espaço e mobilizar forças em qualquer lugar do planeta.
Dos céus às órbitas, dois novos relatórios apontam para fraquezas nos principais pilares da projecção de poder dos EUA, à medida que acelera a concorrência estratégica com a China.
Um relatório do Government Accountability Office (GAO) deste mês descobriu que a frota de reabastecimento aéreo da Força Aérea ficou aquém das metas de disponibilidade contínua e capacidade de missão entre 2019 e 2025.
O órgão de vigilância citou aeronaves envelhecidas, escassez de peças sobressalentes, desafios de manutenção, lacunas de competências técnicas e atrasos na colocação em campo de navios-tanque modernos como factores-chave que afectam a prontidão, ao mesmo tempo que destacou falhas frequentes de equipamento.
“A percentagem de aviões-tanque de reabastecimento aéreo disponíveis e com capacidade de missão tem estado consistentemente abaixo dos padrões que a Força Aérea (EUA) estabeleceu para a frota”, afirmou o relatório.



