O relatório, baseado em entrevistas com 19 mulheres filipinas que trabalhavam como trabalhadoras domésticas na Arábia Saudita em Março, encontrou padrões persistentes de abuso, desde longas horas de trabalho até restrições rigorosas à circulação, prisão e violência sexual. Os nomes das mulheres foram alterados para proteger suas identidades.
A Amnistia afirmou que as conclusões reflectem a sua investigação anterior sobre as experiências dos trabalhadores domésticos quenianos no estado, que revelaram abusos quase idênticos em todas as nacionalidades.
Meu empregador costumava me dizer: você não pode dizer que está cansado.
Um dos trabalhadores, identificado como Joy*, contou sobre jornadas de 20 horas começando às 6h, com seus empregadores mantendo-o acordado durante a noite para mais trabalho.



