Os legisladores dos EUA votaram na quinta-feira para restaurar os subsídios aos seguros de saúde que terminaram no final do ano passado, oferecendo esperança a milhões de americanos que enfrentam aumentos acentuados nos prémios.
O projecto de lei, aprovado com apoio democrata e apoiado por um pequeno bloco de republicanos que desafiam a sua liderança, prolongaria os subsídios reforçados ao abrigo da Lei de Cuidados Acessíveis – conhecida como Obamacare – por três anos.
Esses subsídios reduzem os custos mensais de seguro para os americanos que compram cobertura em mercados administrados pelo governo.
O prazo fixado em 1 de Janeiro mais do que duplicou os pagamentos para muitas famílias, encerrando um debate politicamente sensível sobre a acessibilidade dos cuidados de saúde num ano que será dominado por eleições parlamentares intercalares de alto risco.
Até os seus apoiantes admitem que é pouco provável que o projecto de lei da Câmara se torne lei na sua forma actual.
O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou os subsídios como inúteis e instou os republicanos a pressionarem por mudanças, embora também tenha dito aos legisladores que talvez precisem ser flexíveis para chegar a um acordo.



