Em 5 de março, a embaixada recebeu uma carta ameaçadora de uma organização que afirma ser composta por ex-policiais japoneses e ex-membros das Forças de Autodefesa, disse o chefe interino da embaixada, Shi Yong, aos repórteres.
Xi disse que a embaixada relatou o assunto à polícia local, mas disse que a polícia japonesa não levou o assunto a sério e não tomou medidas eficazes. Ele disse que os fatos por trás da correspondência ainda não poderiam ser conhecidos.
Xi também disse que em 31 de março, um indivíduo que afirma ser um oficial da reserva de emergência da Força de Autodefesa do Japão emitiu uma ameaça terrorista online, dizendo que havia plantado uma bomba detonada remotamente dentro da embaixada chinesa.
Xi disse que a embaixada notificou imediatamente a polícia, que procurou a bomba durante duas horas. Na quinta-feira, não informaram se algum dispositivo foi encontrado.
“Estes incidentes constituem uma grave violação do direito internacional, uma grave violação da soberania e dignidade da China e uma ameaça à segurança do pessoal e das instalações diplomáticas chinesas, e são de natureza muito grave”, disse ele.



