A “energia alimentada a carvão” evoca imagens de poluição pesada, pegadas de carbono acentuadas e baixa eficiência. Mas uma nova tecnologia de energia direta do carvão desafia o estereótipo que há muito define a utilização do carvão, eliminando totalmente a combustão e deixando para trás as emissões de CO₂.
Neste sistema, o carvão é pulverizado, seco, limpo e pré-tratado superficialmente antes de ser alimentado na câmara anódica da célula.
O oxigênio é fornecido ao cátodo e, dentro da célula, o carvão em pó fino sofre oxidação eletroquímica através da membrana de óxido, produzindo eletricidade diretamente – sem um ciclo intermediário de vapor ou turbina mecânica.
Na saída do ânodo, o dióxido de carbono de alta pureza produzido pela reação é capturado in situ e convertido cataliticamente em matérias-primas químicas valiosas, como gás de síntese ou minerais em compostos como o bicarbonato de sódio.



