“Acredito que sim, porque Michael tem que confirmar as coisas. Escrevo no livro, para ser totalmente transparente, Michael não é um homem de muitas palavras nesta fase de sua vida. Tive que pressioná-lo a falar, do jeito que um treinador faria com um lutador para tirar tudo dele. Eu disse: ‘Vamos, Michael, você tem que falar comigo. Aí ele juntava algumas frases. Mas em termos de personalidade, ele é muito retraído e não tem ego. O boxe era algo que o mantinha ocupado, ele admirava o quão incrível ele era, mas não tinha ego para dizer: ‘Sou isso ou sou aquilo’. Se você dissesse: ‘Michael, acho que Roy Jones seria ótimo para você’, ele não se importaria. Ele simplesmente não quer.”



