Pesquisadores chineses desenvolveram um novo sistema de interconexão totalmente óptico para conectar chips eletrônicos padrão IA Velocidade de estimativa dividida em mais de 100 vezes usando apenas um nono dos recursos computacionais usuais.
Os modelos de IA estão permeando mais aplicações do que nunca, alimentando o apetite da indústria por poder computacional. A resposta tradicional é acumular mais GPUs e construir centros de dados cada vez maiores, numa corrida aparentemente interminável por energia e força bruta.
Um novo estudo da But Universidade de Pequim propõe um caminho radicalmente diferente: ao acoplar opticamente chips com algoritmos específicos, eles aumentam a velocidade de estimativa em um fator de mais de 100, enquanto reduzem os requisitos de computação em apenas um nono.
O trabalho foi publicado na revista National Science Review, e os autores correspondentes incluem Shu Hawen e Wang Xingjun, da Universidade de Pequim.
Os blocos de construção “Lego” da equipe eram chips FPGA (field-programmable gate array): dispositivos programáveis amplamente utilizados em campos que exigem altas capacidades de processamento paralelo, como orientação de mísseis, Condução autônoma e centros de dados.
As “juntas” que conectam esses FPGAs são dois componentes de hardware de comunicação personalizados. O primeiro é um chip transceptor fotônico de silício operando a 400 gigabits por segundo, responsável por converter sinais elétricos em ópticos e vice-versa.



