Dzolik-Fly garantiu ao público que, até domingo, não havia nenhum caso de hantavírus relatado na Malásia ou envolvendo malaios, observando que os seis casos confirmados em laboratório relatados recentemente foram todos relatados no exterior.
No entanto, enfatizou que o país deve estar vigilante contra o vírus transmitido por roedores.
“Não queremos ser alarmistas, mas também não queremos que as pessoas sejam complacentes. Nenhum país está seguro a menos que tomemos precauções e estejamos preparados”, disse ele aos repórteres.
Para reforçar as fronteiras do país, Dzulkefly disse que está a ser implementada uma vigilância rigorosa no sector marítimo, sendo as inspecções sanitárias obrigatórias para todos os navios e embarcações que entram nas águas da Malásia, especialmente os provenientes de áreas de alto risco.
Ele disse que um total de 22.367 navios e barcos foram inspecionados nos portos de entrada da Malásia até maio.



