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A maldição da Noruega continua, Haaland expulso do Brasil de Ancelotti – Copa do Mundo de 2026

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Erling ‘cyborg’ Haaland, sob o radar de grande parte do Brasil-Noruega, leva os Vikings às quartas de final da Copa do Mundo pela primeira vez, abalou a Seleção de Carlo Ancelotti que mais uma vez esbarra na maldição norueguesa: é a única seleção da história que nunca foi derrotada pelos brasileiros.


Dois gols na final, o primeiro com uma cabeçada terrível, o segundo com um traçador que queima a grama do MetLife Stadium – e se junta aos gentis gigantes Mbappé e Messi com 7 gols. E encerrou precocemente o primeiro Mundial de Carlo Ancelotti, traído pelo pênalti perdido por Bruno Guimarães no início da partida e pela sensacional chance desperdiçada por Endrick no segundo, quando ainda estava em 0 a 0. Um pênalti nos acréscimos convertido por Neymar (80/mês na seleção), devido à cotovelada de Ostigard em Casemiro, coloca o resultado em 2 a 1, mas não altera o desempenho dos meninos de Solbakken contra o modesto Brasil. A Noruega está na frente e terá a única máquina a referir-se a esse gol, cuja insônia será lembrada por muito tempo pelos brasileiros de mais um dia infeliz de 5 de julho, depois daquele de 1982 com a estrofe de bruços de Paolo Rossi.
É um dos que mais vence 16 jogos e a Noruega pode ostentar um registo único: está invicta frente ao Brasil (dois empates e duas vitórias). A fábrica em Nova Jersey é quase inteiramente verde-ouro. Não houve nem tempo para interpretar os lados e os noruegueses avançaram, mas Sorloth foi pego em impedimento e sua posição recuperou um passe da direita que Berg desviou na hora para o gol de Alisson. O par remove imediatamente o vapor. O Brasil reage e aos 10 minutos o deslize de Ajer sai nitidamente ao lado e Matheus Cunha entra furtivamente na área. Não estamos apenas esperando o apito do árbitro. No entanto, para Elfath marroquino-americano, não é nada. Precisamos de uma ligação da sala VAR para que ele mude de ideia.
Bruno Guimarehes preside uma mancha de cal, que não é retangular nem forte. Nyland chega lá e desvia.
O jogo avançou principalmente no meio-campo e, após a explosão inicial, o Heat recomendou desacelerar. A Noruega depende da plenitude (com Haaland pouco envolvido), o Brasil depende de verticalizações repentinas. Aos 30 minutos, a combinação Vinicius-Martinelli pela esquerda aumentou o reflexo (e a boa sorte) de Nyland, que bloqueou a bola com um chute a um metro de sua entrada. Agora a pressão sobre a Seleção é mais intensa. Nos últimos 37 minutos, assistimos ao primeiro remate à baliza de Haaland – um remate de primeira, facilmente bloqueado por Alisson – servido por cruzamento de Nusa. Mais uma recuperação do banco norueguês leva Vinicius a tentar novamente, Nylan acertou com o joelho. No final do tempo, um toque da Noruega: Haaland defende a bola contra os zagueiros adversários, depois Odegaard serve na defesa. Alisson intercepta chute fraco. A Noruega teve muita posse de bola, mas os chutes mais perigosos vieram do Brasil.
No reinício do treinador, Solbakken muda de ala: Bobb e Schjelderup chegam a Nusa e Sorloth. Aos treze minutos, Ancelotti também fez uma alteração: entrou Endrick no lugar de Cunha. E depois de alguns segundos, o atacante do Lyon, de 19 anos, se viu sozinho na frente de Nyland, mas o ângulo era muito alto. um pouco depois, o chute de Rayan foi do goleiro.
Outra mudança norueguesa: Aursnes assume o lugar de Ryerson.
O cruzamento de Hegg da Noruega é perigoso, mas é tarde demais para Haaland. Aos 22 minutos, entra Neymar, saudado com rugidos (sai Martelli) e Danilo Santos, para Ryan.
Quase dormindo até o momento, aos 34 minutos Haaland consegue saltar mais alto que Gabriel em cruzamento de Schjelderup da esquerda e a decisão é: a bola é afastada e dessa vez Alisson não chega. Pouco depois a intervenção mais difícil de Nyland foi feita no grupo formado por Ajero. O cálculo se prepara para recuar e desviar para a estação. E Haaland? Ele deve manter sua média na seleção e por isso com um chute bem angular fez o segundo gol, aquele que faz os brasileiros chorarem.

Reprodução reservada © Copyright ANSA

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