Isso foi previsto pelo Sr. Osvaldo Granados em sua coluna na Rádio Panorama.
advogado Osvaldo Granados Ele analisou a situação financeira do país e anunciou as principais medidas do governo na sua coluna regular de hoje. Rádio Panorama.
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Como ele explicou, A prioridade do banco central é estender o prazo da dívida Este ano e no próximo para evitar tensões nos mercados. Ele esclareceu: A missão do banco central é estender os prazos da dívida neste ano e no próximo, eles não querem fugir.
Neste contexto, Granados previu que o Ministro da Economia, Luis Caputo, apresentará um plano para Reembolso de obrigações para 2026 e grande parte de 2027com o objetivo de criar mais previsibilidade. “Eles querem criar uma almofada que lhes permita ficar mais relaxados”, disse ele.
O analista explicou que o governo vai anunciar a aquisição US$ 4,4 bilhões de sete bancos internacionaiscom uma taxa mais adequada que a taxa atual. desse todo, 2690 milhões são destinados ao pagamento de capital sim 1695 milhões com juros.
No entanto, advertiu que as perspectivas para o futuro continuam exigentes: Cerca de US$ 24 bilhões vencerão em 2026e haverá “Bump” cerca de 10.000 milhões que ainda não foi financiado.
Granados também destacou a melhoria das reservas do país Banco CentralReferindo-se à mudança na situação inicial de gestão, disse: Hoje ele tem reservas que eram negativas quando foram entregues.
Outro ponto relevante é a possibilidade de o banco central Permitir que os bancos emprestem em dólaresembora tenha esclarecido que não será de fácil acesso: as entidades necessitarão de garantias relacionadas com as atividades de importação ou exportação.
Na parte final de sua análise, Granados referiu-se às declarações do novo chefe de gabinete Diego Santilli Sobre gerenciamento Maurício Macri Dito isto, “não pode” fazer diferença. Granados fez algumas distinções e foi direto: “Não é que não pudesse, não ousou e não quis”.
Ele também levantou uma reflexão sobre a resistência ao ajustamento económico e disse: Como disse, a mensagem que Makri recebeu do sector comercial foi clara: “Deixe-o se ajustar, mas não com eles”.



