Embora alguns analistas tenham alertado que o banco central poderia tornar-se mais responsável pelo financiamento do governo, colocando pressão sobre os gastos de capital e os riscos para a rupia, outros disseram que a estrutura colectiva de tomada de decisão do Banco da Indonésia limitaria o impacto de qualquer nomeação.
A Câmara dos Representantes da Indonésia nomeou oficialmente na terça-feira o ex-vice-ministro das Finanças, Thomas Dijeondono, como vice-governador do Banco da Indonésia, cargo que ocupará até 2031, depois de passar por uma série de testes de aptidão e idoneidade e receber aprovação unânime.
Thomas, que é sobrinho de Prabo, substitui Yehuda Agung, que por sua vez passará para o Ministério das Finanças como Vice-Ministro.
Thomas, educado nos Estados Unidos, dá continuidade à tradição bancária de sua família, já que seu pai, Swedraj Judono, foi governador do Banco Indonésia de 1993 a 1998. O avô de Prabhu, Margono Jojohdikusumu, foi apelidado de “Pai do Banco Nacional”, pois fundou e liderou o primeiro banco do país.
Mohammad Masbakhon, presidente da Comissão XI do Parlamento, que supervisiona as finanças e a banca, disse que Thomas foi escolhido devido à sua experiência no Ministério das Finanças.



