
Pequim disse na sexta-feira que o astro faria uma visita de 29 a 31 de janeiro, de acordo com a Aging France Press. Um porta-voz de Downing Street confirmou as datas na segunda-feira, dizendo aos repórteres que “ele partirá na noite de terça-feira para uma viagem à China e ao Japão”.
A turnê será um teste fundamental para saber se Starrer pode suportar a pressão para um “reset” prático. O seu Partido Trabalhista tem de enfrentar a Grã-Bretanha: a coerção crescente sob o presidente dos EUA, Donald Trump, da forma como Washington e Pequim há muito o rotulam como uma “ameaça à segurança nacional”.
Espera-se que o reforço dos laços económicos e comerciais com a China – a segunda maior economia do mundo e o terceiro maior parceiro comercial de Londres – esteja no topo da agenda do astro quando viajar para Pequim e Xangai.
A Reuters informou na semana passada que os dois lados estavam em negociações para reavivar um diálogo empresarial de alto nível, que reuniu empresas líderes dos dois países durante a viagem. A agência de notícias, citando fontes não identificadas, disse que a mudança seria transformada em um “Conselho de CEOs do Reino Unido e China” pela primeira vez em 2018.
No entanto, resta saber como serão tratadas questões controversas como os direitos humanos em Hong Kong e na Região Autónoma Uigur de Xinjiang, bem como a guerra na Ucrânia e o papel das empresas chinesas nas infra-estruturas críticas do Reino Unido.



