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Apesar da pressão dos EUA, a Argentina ultrapassa a China no câmbio.

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O principal banqueiro central da Argentina reuniu-se com o seu homólogo chinês em Xangai, numa mudança silenciosa em direção a Pequim, meses depois de Buenos Aires. A tábua de salvação da moeda foi movida para abertura. que Washington o havia instado a abandoná-lo.

Santiago Basile, Presidente do Banco Central da República Argentina, reuniu-se com Peng Gongsheng, Governador do Banco Popular da China, à margem de um simpósio internacional organizado pelo Banco de Compensações Internacionais e pelo Banco Popular da China, segundo um comunicado da Autoridade Monetária da Argentina.

O banco central da Argentina acrescentou que Basili e Gong Sheng discutiram as perspectivas económicas e financeiras internacionais e discutiram o funcionamento do sistema financeiro global.

Os dois responsáveis ​​discutiram também o apoio do banco central num momento que a instituição descreveu como de crescente dependência financeira.

Buenos Aires negou publicamente que uma renovação da troca estivesse na agenda. Mas a agência de notícias nacional Noticias Argentinas informou que as negociações para expandir o acordo estavam avançando e que faltavam apenas etapas administrativas antes que qualquer acordo pudesse ser formalizado.

Nenhum dos governos disse publicamente se o acordo-quadro, que expira em 6 de agosto, irá continuar. Para a Argentina, a linha representa menos dívida do que uma apólice de seguro, uma fonte de yuan que pode utilizar para reforçar reservas e liquidar importações provenientes da China, o seu segundo maior parceiro comercial depois do Brasil.

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