
Albert*, um aposentado de 68 anos FilipinasEm agosto do ano passado, o sistema de segurança social do país estava com dificuldades para entrar no aplicativo quando um homem se ofereceu para ajudar.
A pessoa que ligou disse que trabalhava para um fundo de pensão do governo, que o site estava fora do ar para manutenção e que um novo aplicativo acabara de ser desenvolvido.
Para provar que ela era real, ela enviou a Albert seu nome completo, número do Seguro Social e endereço residencial no aplicativo de mensagens Viber, seguido de um link para o “novo” aplicativo.
Mais de uma hora depois de Albert clicar no link, o aplicativo ainda estava sendo instalado. Quando sua filha chegou em casa, ele não conseguia desligar o telefone.
“Minha filha suspeitou que fosse um. Fraude. Então ele tentou desligar meu telefone, mas a tela sensível ao toque e os botões não funcionavam. Como meu telefone não desligava, decidimos remover meu cartão SIM. Quando retiramos o cartão SIM, a instalação parou”, escreveu ele em depoimento à polícia.
Três contas bancárias e duas carteiras eletrônicas foram esvaziadas em seu telefone Android. Mais de 1 milhão de pesos (US$ 16.600) em economias de uma vida foram perdidos.
O spyware que derrubou Albert faz parte de uma operação de rápido crescimento de “malware como serviço” (MaaS) que agora foi associada, pela primeira vez com evidências concretas, a um composto fraudulento específico. CambojaDe acordo com um relatório divulgado no início deste mês pela empresa norte-americana de segurança cibernética Infoblox e pela organização sem fins lucrativos vietnamita Chong Lua Dao.



