O carinho do afeto deve ser apresentado de forma concreta e tátil aos filhos, a fim de proporcionar-lhes segurança até mesmo no ato de abraçar. É um modelo de família que o príncipe Harry afirma ser rebelde, sugerindo que ele se inspira no exemplo de sua mãe, Diana, e não nas rígidas – e muitas vezes frias – convenções da Casa de Windsor.
Sobre estes assuntos, num podcast de Joe Marler, a lenda inglesa do rugby, o duque de Sussex, de 41 anos, tenta seguir a sua abordagem de pai com Archie e Lily, de 7 e 5 anos, que tem com a sua esposa Meghan. E contou como costumava dar-lhes “abraços fortes”, lembrando a forma como a falecida Sra. D fez com que ele e seu irmão mais velho William “se tornassem muito próximos”.
“A fragilidade das crianças é fantástica e a sua forma de encarar a vida – que ele confirmou – é incrivelmente reconfortante. Se o dia for mais difícil, o que faço sempre é manter-me firme” porque deitar “dá-me forças”.
A entrevista, que ontem foi divulgada na Internet, foi gravada na quinta-feira passada, enquanto o segundo filho do rei Carlos III – que emigrou para a América depois de ter sido separado do resto da família real em 2003 – estava na Grã-Bretanha para a chegada prevista de quase uma semana. A visita não decorreu sem alguma emoção e incerteza de última hora, embora tenha sido anunciado um potencial momento de reconciliação, mas ainda assim, depois de um dia de conversa com Marler, num encontro privado com o rei Carlos e a rainha Camilla, toda a família Sussex foi excluída: a primeira pessoa de 2022 para o príncipe de 77 anos com dois “netos americanos”.
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