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As dúvidas de Roberto Kachanowski sobre os números da ECONOMIA INDEC El Intransigente

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essa semana o governo O governo nacional comemorou os dados fornecidos pelo INDEC pobreza No país, atingiu 28% no segundo semestre de 2025. Muitos líderes da oposição questionaram os números apresentados pelo executivo e, aliás, pelo Economista Nacional. Roberto Kachanowski Ele questionou o método de medição das estatísticas.

através dele AUH Aumentou 25% e utilizando o mesmo método para toda a carteira base aumentou 11%.

Por outro lado, o consultor económico pergunta: A pobreza diminuiu ou está escondida atrás de subsídios mais elevados?

Estatísticas de pobreza no país

Com base nos resultados do segundo semestre de 2025 publicados no site oficial INDECO percentual de domicílios abaixo da linha de pobreza (PL) na Argentina atingiu 21,0%. 28,2% das pessoas moram lá.

Além disso, informa-se que neste grupo apenas 4,8% dos agregados familiares estão abaixo da linha da pobreza (LI), que inclui 6,3% dos indivíduos. O relatório mostra que para o mundo das 31 aglomerações urbanas EPH, existem 2.145.000 agregados familiares abaixo de LP, o que inclui 8.474.000 pessoas, e neste grupo, 494.000 agregados familiares estão abaixo de LI, representando 1.884.000 pessoas pobres.

Por exemplo, relativamente ao primeiro semestre de 2025, a incidência da pobreza tanto nos agregados familiares como nos indivíduos diminuiu 3,1 e 3,4 pontos percentuais, respetivamente.

Quanto aumentou o AUH?

Seguindo o tweet de Roberto Kachanowski, Administração Nacional da Seguridade Social (considerado) confirmou que haverá um aumento de 2,9% no Benefício Universal para Crianças (AUH) para este mês de abril, restando um valor final de $ 136.666 por menor dependente.

É necessário esclarecer que o pagamento direto aos beneficiários é de $ 109.332,80, pois a ANSES retém 20% até o envio oficial da caderneta AUH para receber esta assistência social.



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