O chefe dos direitos humanos da ONU, Volker Turk, disse que houve uma mudança geral no uso da pena de morte na Ásia e que Singapura era um dos poucos países que aplicava a pena de morte para crimes relacionados com drogas que não envolvessem homicídio.
Singapura aplica a pena de morte para o tráfico de certas quantidades de drogas, como 500 gramas (1,1 lb) de cannabis ou 15 gramas de heroína.
Num comunicado, a Turquia apelou a Singapura – e a todos os outros estados que ainda praticam execuções – “para implementar uma moratória, como um passo importante para o fim legal total desta prática desumana”.
Das 25 execuções em Singapura em 2023 e 2024, 24 foram supostamente realizadas por delitos de drogas, disse o escritório turco.
No ano passado, das 17 pessoas executadas, 15 foram condenadas por crimes relacionados com drogas.
Oito pessoas foram enforcadas por tais crimes até agora este ano.



